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Manhã de Jogos Tradicionais

No dia 5 de maio, a turma de Carpintaria 7.°/9.°B dos professores Sandra Pereira e Valter Cabrito, convidou as turmas do 1.º/4.º ano da escola para celebrar uma manhã dos Jogos Tradicionais.
Todos os jogos foram criados do zero pelos alunos da turma de Carpintaria, que dedicaram tempo e criatividade para construir cada jogo.

Foi uma manhã muito bem passada, cheia de diversão, partilha e espírito de equipa. As crianças mais novas puderam experimentar jogos tradicionais feitos artesanalmente, enquanto os mais velhos tiveram a oportunidade de ensinar, mostrar o seu trabalho e interagir com os colegas mais novos.

Esta iniciativa promoveu a cooperação entre turmas de diferentes anos e valorizou as tradições e o trabalho manual.

 Uma atividade enriquecedora para se repetir!

Quarta-feira, segundo dia com a maestrina Rita Resende.

A sala de Música 3 acolhe-nos com uma energia especial — há uma luz suave que aquece o coração e nos envolve num abraço silencioso. Estamos ali, todos juntos, a preparar a apresentação para o Dia de Portugal e das Comunidades, que este ano terá um significado ainda mais profundo: será celebrado com a Diáspora nos Estados Unidos da América.

A música… ah, a música não conhece fronteiras nem precisa de tradução. Não é preciso falar português para a sentir; basta fechar os olhos e deixar que cada nota nos embale, nos eleve, nos transporte para aquele estado único que só a alma reconhece.

Com o tema Entre Mares e Metrópoles, vamos levar connosco mais do que canções — levamos a nossa essência, as nossas raízes, a nossa identidade. O mar que fisicamente nos separa será, afinal, o mesmo mar que nos une, que cria esta ponte invisível e poderosa entre continentes, entre histórias, entre corações.

Neste ensaio, não estamos apenas a preparar uma apresentação; estamos a costurar memórias, a construir emoções e a celebrar aquilo que somos: uma nação que carrega no peito a força da saudade e a beleza da união.

Notas que Abraçam Oceanos

Hoje demos o primeiro acorde da nossa apresentação musical, sob a inspiradora direção da maestrina Rita Resende.

A música é mais do que som — é união, é emoção partilhada, é a alma de um povo a vibrar em conjunto. Levamos connosco o melhor dos Açores, com orgulho e paixão, atravessando oceanos Entre Mares e Metrópoles.

Das ilhas de bruma, onde o vento canta segredos antigos, partimos rumo ao sonho americano, com o coração cheio de melodias que nos ligam às raízes e ao futuro.

Cada nota que tocamos é um abraço à distância, uma ponte de sentimentos, uma celebração da nossa identidade. Que o som da nossa terra ecoe além-fronteiras e toque todos os que nos ouvirem.

Pelos Olhos da Andrea, Pelas Lentes de Todos

Hoje, entre o basalto negro que se entrelaça com as ervas amarelas, sinais da força bruta da natureza, deixámo-nos envolver pelo som do mar e pelo abraço do céu. A antiga fábrica da baleia, agora habitada por vacas felizes, foi o nosso cenário. Ali, cada canto parecia sussurrar histórias antigas enquanto as ondas, ao fundo, nos lembravam que tudo está em constante movimento.
A nossa querida Andrea Santolaya guiou-nos, partilhando connosco a magia da sua arte, aprendemos uma técnica que nos ensinou a olhar — realmente o olhar. De repente, a máquina fotográfica deixou de ser apenas um objecto, tornou-se extensão do nosso olhar, da nossa curiosidade, da nossa identidade. E foi isso que ela nos mostrou, apesar de caminharmos pelos mesmos trilhos, de apontarmos as lentes para os mesmos locais, cada um de nós capta o mundo de forma única, pessoal, irrepetível.
O tempo voou. Não há relógio que marque as horas quando estamos na oficina da fotografia, porque ali não medimos momentos, eternizamo-los. Somos afortunados por esta oportunidade rara, por cada memória que se tornou eterna no instante em que foi capturada. E, claro, não podia faltar a nossa “paparazzi” — aquela presença constante, meio escondida, que nos acompanha sempre desprevenidos, apanhando-nos no exacto segundo em que nos esquecemos da pose.
Ali, entre rochas, vacas, mar e céu, fomos muito mais do que aprendizes de fotógrafos: fomos contadores de histórias com luz. E essas histórias, serão impressas em imagens, prontas para saltar das palavras que vos temos deixado e fazer- vos senti-las na pele.

Exposição "Per Viam"

Hoje, no dia em que se celebra a liberdade, e onde a nossa vila comemora o seu vigésimo primeiro aniversário, fomos surpreender a nossa querida Andrea Santolaya, na exposição "Per Viam", na igreja do Senhor Bom Jesus, Vila de Rabo de Peixe. Fotografias integradas no projeto "A ilha de Sam Nunca", num projeto para uma "Via Sacra", com o Padre Nuno Pacheco Sousa.
"Diz-nos o Papa Francisco: "As palavras nunca são apenas palavras: são factos que constroem ambientes humanos. Elas podem ligar ou dividir, servir a verdade ou servir-se dela. Devemos desarmar as palavras, para desarmar as mentes e desarmar a Terra ". "
"Ora, a foto nos abre este caminho que aqui se propõe, como um (re) convite a uma peregrinação ao nosso interior..." Padre Nuno Pacheco Sousa.
Tivemos a liberdade de fotografar, no silêncio , imagens que irão permanecer na história deste 25 de abril de 2025.

 

Informação

A Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe abrange todos os estabelecimentos de ensino de educação pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino oficial e de educação especial, da área geográfica coincidente com as freguesias de Pico da Pedra, Calhetas e Rabo de Peixe